XI Jornada de Lengua y Cultura Lusófona (Organização da APPEX)

No próximo dia 28 de outubro, a nossa colaboradora Elsa Lopes vai dar um “cheirinho” na “XI Jornada de Língua e Cultura Lusófona”, organizada pela Associação de Professores de Português da Extremadura (APPEX). Se estiverem por Mérida, ou lá quiserem dar um saltinho, esta iniciativa, “Comer e falar é só começar”, tal como todo o programa, promete!

A fertilidade da língua portuguesa e dos campos do Mondego (excerto de “Encontros Marcados” de Gonçalo Cadilhe)

O escritor viajante, Gonçalo Cadilhe, explica melhor como sente a língua portuguesa e o rio que corre no fundo da sua rua, o Mondego:
“A ideia de Pessoa, o português como elemento definidor de pátria, que tantas vezes me iria emocionar na vida que eu levaria no futuro – em Goa, em Malaca, no Brasil, em África, até em resquícios de palavras nas Molucas -, tinha uma coluna vertebral: esse rio Mondego desde sempre habitado pela poesia e prosa que fixaram a língua, que a construíram. Era um monumento à ideia de nacionalidade que era não de mármore nem de granito, que não era civil nem religioso, não era gótico nem Estado Novo, não tinha conotações de qualquer tipo. Era um monumento líquido, claro e transparente, intemporal, vivo, cantante. O rio a que os romanos chamavam Munda, “puro”, o rio que corre no fundo da minha rua, oferece a Portugal o centro da língua portuguesa e, ao dividi-la e espalhá-la pelo mundo, define-a como um só território. O todo acontece porque existem as partes.” – Gonçalo Cadilhe, in “Encontros Marcados”, p.145

De volta à rotina da Oficina… muito obrigado CPR de Hoyos!

De volta à rotina da Oficina, passada uma semana da finalização da atividade, só nos resta agradecer ao CPR de Hoyos e a todos os participantes desta imersão linguística na cidade de Leiria, onde tudo rima com poesia. Obrigado e até breve!

P.S. Esperamos mais fotos para partilhar convosco!

É já no próximo fim-de-semana a atividade “Leiria, terra de música e poesia, onde o Lis se apaixonou pelo Lena”!

A “Oficina da Língua Portuguesa” em Coria (21 e 22 de Abril de 2017)

O melhor que este projecto da “Oficina da Língua Portuguesa” tem é a possibilidade de conhecer pessoas fantásticas! E assim foi, mais uma vez, em Coria no passado fim-de-semana, 21 e 22 de Abril! Apesar de termos tido a possibilidade de rever alguns velhos amigos, pudemos divulgar a língua e a cultura portuguesa (neste caso foi apenas relativo à história, geografia e cultura de Portugal) a novos amigos!

Neste curso o denominador comum não foi somente a língua portuguesa, foi também o seu paladar! E, graças à confiança do CPR de Coria, pudemos viajar juntos pela gastronomia de Portugal, fazer as nossas paragens, saborear alguns petiscos, provar o vinho e adoçar a boca com doces confeccionados pelos participantes.

Da nossa parte, só nos resta agradecer ao CPR de Coria acreditar na qualidade do nosso trabalho e a todos os participantes que, com alegria e dedicação, deram um sabor português a estes dois dias! Um brinde a vós!

Até breve amigos!

(Texto escrito com a grafia prévia ao AO)

1ª Foto de Grupo CPR de Coria 21, 22/IV/2017

2ª Foto de Grupo CPR de Coria 21, 22/IV/2017

Mais fotos na Galeria da nossa página (dá uma espreitadela!)

“Pelos Caminhos de Portugal” – Mário Gil

Na “Oficina da Língua Portuguesa” qualquer recurso, desde que seja honesto e útil para aprender português, pode fazer parte do nosso arsenal pedagógico.

É o caso do seguinte videoclip (disponível no “youtube”), de uma famosíssima canção do Mário Gil sobre a bela geografia de Portugal. Trata-se dum cantor muito conhecido no âmbito da música ligeira portuguesa, um género musical, por vezes, algo desprezado pelas elites culturais. Porém, nós aqui na “Oficina” tiramos-lhe o chapéu e atribuímos-lhe o estatuto de uma das melhores canções para conhecer e viajar “Pelos Caminhos de Portugal”. Fica, ou não, no ouvido?

Luis Leal, colaborador da OLP, celebra o “Dia Mundial da Poesia” com a Biblioteca Pública de Elvas

Luis Leal, colaborador do nosso projeto, celebrou o “Dia Mundial da Poesia” com uma instituição de enorme importância cultural na “rai(y)a”, a Biblioteca Pública de Elvas.

Citando o nosso colaborador, «Ali tenho duas coisas que me fascinam. Um espólio riquíssimo de serviço público e uma sala, como a “Públia Hortência” (à qual dedico este “Despojos de Alexandria”), que me fazem dar razão a Borges: “Siempre imaginé que el Paraíso sería algún tipo de biblioteca.”. »

Fazemos das suas palavras as nossas palavras e partilhamos convosco este recurso publicado pela Biblioteca Pública de Elvas.

“Despojos de Alexandria” – Luis Leal