Edição bilingue de “A Semente na Neve” de Ángel Campos Pámpano apresentada no MEIAC de Badajoz

No próximo dia 19 de fevereiro, às 18h, apresentar-se-á no MEIAC de Badajoz, numa cerimónia de homenagem ao décimo aniversário da morte do poeta “sanvicenteño”, a edição bilingue de “La semilla en la nieve” de Ángel Campos Pámpano.

A presente edição conta com uma tradução do colaborador da “Oficina” Luis Leal e com a revisão de outro colaborar deste projeto, Pedro L. Cuadrado.

Com o selo editorial da “Editora Regional de Extremadura”, esta é uma das obras de referência de Ángel Campos Pámpano, contando nesta edição bilingue com um prólogo da autoria de Nuno Júdice.

“La semilla en la nieve/A semente na neve” – Ángel Campos (trad. Luis Leal)

Apresentação de Antonio Sáez Delgado na Aula de Poesía Díez-Canedo

Antonio Sáez Delgado é um dos mais importantes divulgadores da língua e da cultura portuguesa no espaço da “hispanidade” (e não só). Para além das suas facetas como académico e tradutor literário, Antonio é um reconhecido poeta com largos anos de versos às costas entre Portugal e Espanha. Amanhã, na Aula de Poesia Díez-Canedo de Badajoz, poderemos, na primeira pessoa, ouvi-lo a ler-nos e a falar-nos sobre a sua faceta lírica como poucos podem e conseguem!

A não perder!

Os alunos de português duplicam na comunidade autónoma da Extremadura

Calhou ao nosso Adolfo Rodríguez Fernández, colaborador da “Oficina”, falar sobre o assunto, mas o mérito deste aumento deve-se a todos os que, todos os dias, divulgam e promovem a língua portuguesa na Extremadura… há já várias gerações! Parabéns a todos! A “Oficina” cá está para apoiar!

Os alunos de português duplicam na região

“El hilo del abalorio” de Mia Couto (“Le Tour 1987”)

O jovem livreiro e editor Mario Quintana (sim, homónimo do grande, e saudoso, poeta brasileiro!) prenda o leitor em espanhol com a publicação desta tradução de 29 contos unidos por um fio. Da autoria do escritor moçambicano Mia Couto, sem dúvida um dos autores mais aclamados de língua portuguesa, galardoado com o Prémio Camões, esta compilação de contos é o regresso ao seu género de eleição, o conto, unindo desta maneira uma bela cadeia de histórias a meias entre um mundo sórdido e absurdo.

Podemos encontrar este “El hilo del abalorio” na elegante coleção “Champs-Élysés” da editorial “Le Tour 1987”, traduzido para espanhol por Ángel Manuel Gómez Espada. A não perder!

“El hilo del abalorio” – Mia Couto

Luis Leal, colaborador da OLP, celebra o “Dia Mundial da Poesia” com a Biblioteca Pública de Elvas

Luis Leal, colaborador do nosso projeto, celebrou o “Dia Mundial da Poesia” com uma instituição de enorme importância cultural na “rai(y)a”, a Biblioteca Pública de Elvas.

Citando o nosso colaborador, «Ali tenho duas coisas que me fascinam. Um espólio riquíssimo de serviço público e uma sala, como a “Públia Hortência” (à qual dedico este “Despojos de Alexandria”), que me fazem dar razão a Borges: “Siempre imaginé que el Paraíso sería algún tipo de biblioteca.”. »

Fazemos das suas palavras as nossas palavras e partilhamos convosco este recurso publicado pela Biblioteca Pública de Elvas.

“Despojos de Alexandria” – Luis Leal

“Oficina da Língua Portuguesa” apresenta o seu projeto editorial em espanhol e galego

No passado sábado, dia 18 de março, apresentou-se na Biblioteca Pública Bartolomé J. Gallardo de Badajoz, os livros “Habitar” e “Égloga Perdida” de José Antonio Santiago e José Luis Calvo, respectivamente. Ambos títulos inserem-se na coleção “Elsa Lopes” do nosso projeto editorial e de divulgação cultural.

Apesar de serem dois títulos em línguas irmãs do português (espanhol e galego), os responsáveis e colaboradores do projeto “Oficina da Língua Portuguesa”, aproveitaram o evento para anunciarem a vontade de iniciar o projeto editorial afim à “Oficina” mas independente a nível linguístico e de conteúdos.

Graças a Pessoa sabemos bem que “vale a pena”, pois acreditamos que a “nossa alma não é pequena”!

O nosso bem-haja a todos os assistentes e amigos que nos ajudam a acreditar neste empreendimento que nasceu como “Oficina da Língua Portuguesa”, mas que, pouco a pouco, quer assumir um papel de divulgação cultural de âmbito ibero-americano.

Publicação de “Habitar” de José Antonio Santiago

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“Habitar” – José Antonio Santiago

A “Oficina da Língua Portuguesa” orgulha-se de colaborar na divulgação e publicação editorial de diversos géneros e sem exclusividade linguística. É o caso deste Habitar de José Antonio Santiago (filósofo, poeta e tradutor), um ensaio sobre arte poética, e não só, ao qual a lírica portuguesa não se encontra alheia. Leia-se a seguinte sinopse:

Os dois textos que compõem este volume encontram-se presididos por uma ideia comum. A imprescindível necessidade humana de “territorializar” e “habitualizar” toda a sua existência. Desde a própria linguagem (“Poetizar ou a necessária superstição da linguagem”), até à sua mais própria “quotidianidade”(“Casar a casa”), o humano encontra-se marcado biológica e biograficamente pela sinalização espacial e temporal. Estar marcado significa também – por isso mesmo – que em toda cultura e situação histórica, o ser humano precisa de selar o seu espaço e o seu tempo: vestígios, ciclos, palavras ou datas são os limites adaptativos e de sentido desde o qual todo habitar humano pode, dessa forma, projetar-se ou restituir a sua própria condição.