Publicações/Traduções

As publicações da “Oficina da Língua Portuguesa” têm o preço marcado e incluem gastos de envio mediante transferência bancária prévia. Envios para particulares e livrarias. Faça a sua encomenda através do nosso e-mail: oficina@oficinadalinguaportuguesa.com 

Tradução de “La semilla en la nieve” de Ángel Campos Pámpano (Editora Regional de Extremadura)

“La semilla en la nieve/A semente na neve” de Ángel Campos Pámpano (Editora Regional de Extremadura, ed. bilingue, trad. Luis Leal, 2018)

Publicação de “pedal(e)ar”

“pedal(e)ar” de Luis Leal (10€)

Dedicado à vida em bicicleta e ao ar livre, pedal(e)ar nasce como edição bilingue (português e espanhol). Conta com um prefácio da autoria de Manuel Piçarra, na versão portuguesa, e, na versão em espanhol, outro de Adolfo Rodríguez Fernández. Também conta com a participação dos artistas plásticos José Manuel Paulete e José Kuski Vieira, autores das capas e das gravuras internas, tal como traduções de nomes da literatura espanhola como Juan Ramón Santos, António​ Sáez Delgado, Elias Moro, José António Santiago ou Jaime Covarsi, entre outros nomes ligados a várias áreas da cultura do país vizinho. Segundo as palavras do autor, na sua declaração de intenções, a etapa para que este pedal(e)ar me remete, e a qual senti necessidade de grafar, recorda-me um passeio de bicicleta por variadas paisagens e tipos de tráfego. Há o furor do passeio a dois, a alegria em família, a emoção de ver um filho a dar as primeiras pedaladas, o reencontro com o chaço da infância, os joelhos esfolados de mercurocromo, a cicatriz que te faz rir, o tandem dos afetos, a solidão necessária e a gratidão a quem te ajudou a escolher a mudança mais leve. Mas também há a crispação do engarrafamento, as buzinadelas que assustam, o medo de não levar a cadeirinha do bebé com o cinto bem-posto, o pânico de te veres na vertical, montado em circunstâncias do trânsito de se ser pai e filho e furar-se-te, inesperadamente, uma roda para a qual não há remendo possível. ​​

Tradução do caderno de poesia de Sérgio Godinho (“Aula de Poesía Díez Canedo” de Badajoz)

Sérgio Godinho traduzido por Luis Leal y Pedro L. Cuadrado (publicação gratuita da “Aula de Poesía Enrique Díez-Canedo”)

Sérgio Godinho é um nome incontornável da música e da literatura portuguesa e este caderno de poemas, bilingue, foi traduzido para espanhol por Pedro L. Cuadrado e Luis Leal. Muitas das composições poéticas traduzidas podem ser encontradas no livro “Sangue por um fio” de Sérgio Godinho, editado pela Assírio&Alvim.

Descarrega grátis o caderno de poemas bilingue de Sérgio Godinho

Publicação de “Égloga Perdida”

“Égloga perdida” – J. Luis Calvo (esgotado)

Duro é outra vez inventar a vida

José Luis Calvo Vidal (Oviedo, 1973) é professor de Língua e Literatura Castelhana em Illescas (Toledo). Criador e diretor de Evohé, “Revista Cultural do Campus de Lugo” (1996-1998). A sua obra poética está composta pelos livros: “La hija imperfecta” (2000), em castelhano, “Definitivo território” (2004), “Cantos de docedume” (2010), “Definitivo territorio seguido de Adeus lique” (2011) e agora “Égloga perdida” (2016), foram publicados na língua irmã do português, o galego. Também cultiva a narrativa, com ”Ulises no mar de Vigo”, obra reconhecida com prémio de relatos curtos Ánxel Fole (2003).

O projeto “Oficina da Língua Portuguesa” orgulha-se de acolher esta “Égloga perdida” no seu catálogo de publicações.

Publicação de “Habitar” de José Antonio Santiago

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“Habitar” – José António Santiago (10€)

A “Oficina da Língua Portuguesa” orgulha-se de colaborar na divulgação e publicação editorial de diversos géneros e sem exclusividade linguística. É o caso deste Habitar de José Antonio Santiago (filósofo, poeta e tradutor), um ensaio sobre arte poética, e não só, ao qual a lírica portuguesa não se encontra alheia. Leia-se a seguinte sinopse:

Os dois textos que compõem este volume encontram-se presididos por uma ideia comum. A imprescindível necessidade humana de “territorializar” e “habitualizar” toda a sua existência. Desde a própria linguagem (“Poetizar ou a necessária superstição da linguagem”), até à sua mais própria “quotidianidade” (“Casar a casa”), o humano encontra-se marcado biológica e biograficamente pela sinalização espacial e temporal. Estar marcado significa também – por isso mesmo – que em toda cultura e situação histórica, o ser humano precisa de selar o seu espaço e o seu tempo: vestígios, ciclos, palavras ou datas são os limites adaptativos e de sentido desde o qual todo habitar humano pode, dessa forma, projetar-se ou restituir a sua própria condição.

Publicação de “33” de Luis Leal

“33” de Luis Leal (10€)

O primeiro livro de Luis Leal (poeta, tradutor e dinamizador cultural eborense radicado em Espanha), reúne poesia bilingue, em português e espanhol, sob o título “33”, que tanto leva o leitor a esse número simbólico, comum a tanta da história da humanidade, ou à introspeção.

“33“ reúne poemas escritos entre a juventude do autor e os 33 anos e neles sobressaem, sem nenhum tipo de filtros, “a ingenuidade, a rebeldia e a honestidade” de uma pessoa cuja vida a levou a existir entre duas terras.

Tradução de “Dentro do Segredo” de José Luís Peixoto (Xordica Editorial)

Traducción de Pedro L. Cuadrado y Luis Leal (Pedidos a Xordica Editorial)

“En 2012, el gobierno de Corea del Norte celebró con grandes fastos el centenario del fallecido dictador Kim Il-sung, padre del régimen que controla el país desde 1948. En esta ocasión excepcional, un grupo de turistas occidentales obtuvo permiso para viajar durante dos semanas en un script que incluía la capital, Pyongyang, y muchos lugares poco visitados por los extranjeros.

La posibilidad de conocer la vida cotidiana de Corea del Norte estimuló una vieja curiosidad del escritor portugués José Luís Peixoto. Radicalmente opuesto a cualquier gobierno dictatorial, el autor, sin embargo, se embarcó en una gira –llamada pomposamente The Kim-Il-sung 100th Birthday Ultimate Mega Tour–, para ver y sentir de cerca ese país aislado de la vida internacional por su insistencia en las armas”

Esta traducción, del original portugués al español, es de la autoría de Pedro L. Cuadrado y de Luis Leal, miembros del proyecto “Oficina da Língua Portuguesa”.

Descarrega 5 Poemas de José Luís Peixoto en español

Tradução do jogo “Contrabando – Rotas do Café”, edição Delta Cafés

Jogo: “Contrabando – Rotas do Café” (Aquisição junto do Grupo Delta)

“Contrabando – Rotas do Café” é um jogo de tabuleiro original, da autoria do antropó baseado no aventureiro património imaterial de Campo Maior, nas histórias de guardas e contrabandistas que se ouvem pela vila e que se quer que vivam para sempre nas nossas memórias. Apesar de pertencer à linha de jogos Contrabando, o “Rotas do Café” tem regras diferentes e novos elementos adaptados ao património de Campo-Maior: como a coluna de guardas, novas cartas de acção, o território de Campo-Maior, um relógio para marcar as horas da noite e a introdução da variante Verão-Inverno que regula o caudal do Xévora.

Contrabando – Rotas do Café é um meio de comunicação de património local e da própria história da Delta, que me parece de um poder extraordinário para a sua divulgação e promoção. Jogo editado pela “Delta Cafés” e com a colaboração da “Oficina da Língua Portuguesa” na tradução para espanhol.

Prática de tradução no livro infantil “O Tubarão na Banheira” de David Machado

Prática de Tradução: “El Tiburón en la Bañera”

Recurso de tradução: “Tiburón en la Bañera” – David Machado (trad. 2ºBach – IES Rodríguez Moñino de Badajoz)

Livro de receitas “Coentros do Alentejo”

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Tradução: II Premio Hispano-Português da Poesia Jovem “Ángel Campos Pámpano”

II premio poesia

Cartaz traduzido para português pela “Oficina da Língua Portuguesa”

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